PUBLICO-Ministro do Ambiente diz que opção Alcochete para novo aeroporto tem grande credibilidade
-Nunes Correia, ministro do ambiente no actual governo, afirmou em entrevista que a opção pela construção do novo aeroporto tem grande credibilidade do ponto de vista ambiental, quando faltam duas semanas para o governo receber o estudo do LNEC, estas declarações avulsas, proferidas por um ministro que não costuma, ao contrário de outros, andar na comunicação a proferir disparates, podem ser entendidas como um primeiro sinal de que o governo vai mesmo mudar a opção, e avançar para Alcochete, como localização do novo aeroporto. De fora fica a opção Portela + 1, que o ministro afirma ter grandes problemas de impacto ambiental, algo que associações do sector, como a Querqus, não confirmam de todo. Em minha opinião, uma eventual decisão a favor desta terceira hipótese, seria ainda mais dificil de entender do que alterar a Ota por Alcochete, pois aqui, o governo pode afirmar abertura, e não ter estudado a solução anteriormente, pela falta de disponibilidade dos terrenos, avançar para Portela + 1, seria uma derrota monumental do governo, confessando incompetência na tomada de decisão anterior pela Ota, que em qualquer caso, parece perder terreno diariamente, na opinião pública já a perdeu há muito tempo, veremos agora, a opinião política.
02/12/2007
Aumenta a hipótese pela opção Alcochete
Músicas que gosto - XI
The Doors - Light My Fire
-Quando comecei a ouvir música, nos idos anos 70, Jim Morisson já tinha falecido, mas a sua música ainda se fazia ouvir, e principalmente as histórias originadas pelo seu comportamento desregrado. A sua personalidade única, os excessos, ainda hoje em 2007 são comentados. Aqui em registo ao vivo, Light my Fire, um dos hits da banda.
01/12/2007
Direito á greve e serviços mínimos
-Vale a pena aproveitar a boleia da greve geral de ontem, e reflectir sobre o direito á greve e serviços mínimos. Por um lado, existe o direito á greve, cuja legitimidade está constitucionalmente consagrada, por outro estão os direitos e expectativas dos cidadãos. Ouve-se frequentemente os sindicatos afirmarem, uma greve para ser eficaz, tem de causar efeitos a terceiros, mas que efeitos podem resultar desse exercício de liberdade sindical? Por exemplo, os polícias estão impedidos de fazer greve, admitindo que a pudessem fazer, teriam de assegurar serviços mínimos, o policiamento normal, já que a segurança da sociedade não pode ser posta em causa, já não vejo grandes obstáculos a que um agente colocado numa secretaria pudesse aderir, também não concebo, que uma repartição de finanças, ou uma escola, excepto em época de exames, tenha de assegurar serviços mínimos, o dano resultante duma repartição permanecer encerrada. Mas algo de muito diferente, se passa na justiça, e principalmente na saúde, quando um cidadão se desloca a um tribunal para prestar declarações no âmbito dum inquérito, ou ser ouvido enquanto testemunha, tendo para tal efeito alterado o decurso da sua normal actividade, será legítimo encontrar as portas fechadas? Um reformado, auferindo uma pensão mínima de sobrevivência, após vários meses á espera duma consulta hospitalar, gastando uma verba importante em transportes, pode chegar ao hospital, e deparar-se com o adiamento da consulta, apenas porque o médico resolveu aderir á greve? De facto pode, mas não seria preferível aos profissionais que asseguram estes serviços, declararem de véspera que vão fazer greve, contactando os respectivos serviços, os cidadãos, que também não têm culpa dos conflitos laborais entre funcionários e governo? Por último, que dizer das declarações da sra Fátima Monteiro, do sind. enf. portugueses, ontem no Jornal da Noite na SIC, quando afirmou ter dúvidas, que uma cirurgia oncológica programada, repito oncológica, possa ser considerada serviço mínimo, sra Fátima, a sra pode perceber muito de sindicalismo, de Direito do Trabalho, até mesmo de enfermagem, mas não percebe nada de sofrimento e dignidade Humana.
E depois da greve?
-Ontem realizou-se uma greve geral da função pública, a qual terá tido uma adesão superior á desejada e admitida pelo governo, mas inferior aos númeror apregoados pelas centrais sindicais, parece-me óbvio, e nada surpreendente. Mas, e agora? Valeu a pena realizar a greve? Que benefícios irão ser conquistados pelos dinamizadores? Que consequências serão retiradas pelo governo? Para já, apenas os utentes dos serviços públicos foram afectados, vi reportagens na televisão, com pessoas a deslocarem-se a audiências judiciais e julgamentos, depararem-se com tribunais encerrados, utentes do SNS, que após meses de espera para consulta, deslocando-se a um hospital, alguns deles reformados com uns parcos euros no bolso, viram o médico legitimamente aderir á greve, tendo gasto algum dinheiro do pouco que possuem, em vão. Um dos aspectos mais perversos da lei da greve, é a meu ver, precisamente este, se um serviço questiona um trabalhador, se vai ou não fazer greve, é ilegal, levanta-se um coro de indignação, que os trabalhadores estão a ser pressionados, mas o cidadão, esse não tem direitos, quando muitos poderiam ter evitado uma deslocação desnecessário, evitando gastar o que tanta falta lhes faz, se tivessem recebido um simples telefonema do serviço, avisando que a consulta, julgamento ou audiência não se iria realizar. Nem falo duma senhora que vi afirmar, ter dúvidas que uma operação oncológica, possa ser enquadrada como serviços mínimos, eu também não tenho dúvidas, que se fosse esta senhora sindicalista a necessitar duma operação, não, não deveria ser considerado serviço mínimo, já se fosse outra pessoa, então sim, pois como todos sabemos, um doente oncológico, apresenta um quadro clínico muito particular, onde a par do sofrimento físico, o psíquico assume igual importância. E segunda-feira? Passado que estará o fim de semana prolongado, caso o governo não ceda, voltarão estes senhores á greve? Talvez por tempo indeterminado? Se sim, têm o meu respeito, desde que assegurem serviços mínimos á população, ou voltarão a realizar lá para o início do ano uma nova jornada de protesto, com a marcação de nova greve geral? Para evitarem ser criticados por marcarem greves á sexta-feira, a próxima talvez seja, na segunda-feira de Carnaval, não? Sempre daria para aproveitar a ponte!
Morales coloca Bolívia á beira da guerra civil
-A Bolívia foi mais um país que teve a infelicidade de ver instalar-se no governo, a pior praga que pode atacar uma sociedade, o marxismo. Uma vez instalado o virus, ainda que pela via democrática, ele procura contaminar todo o aparelho de estado, buscando a perpetuação no poder. Não conheço nenhum, talvez eu seja ignorante, e exista algures, quem souber gostaria que me indicasse tal raridade, um governo de inspiração marxista, que chegado ao poder, ainda que pela via democrática, aceitasse governar em democracia, submetendo-se a eleições e voltando á oposição, algo normal em regimes democráticos. Claro que alguns iluminados, afirmarão que chegados ao poder, estes regimes, lutam contra as desigualdades sociais, algo com que estou inteiramente de acordo, em Cuba por exemplo, foram tão bem sucedidos, que conseguiram colocar toda a população no mesmo patamar de miséria, deixando o povo tão agradecido, que delega no partido a escolha da orientação política do país. A Bolívia e a Venezuela, são hoje dois povos em luta, o primeiro, com assassinatos em Sucre, e vereadores a recusarem o apoio á golpada de Morales, o segundo, por falar em golpada, luta nas ruas contra o golpe constitucional do tirano Chavez, a referendo no próximo domingo. A bem daqueles povos, espero que triunfe a democracia, mas não tenho muita esperança, estes regimes, e tiranos deste calibre, só costumam sair pela força, deixando atrás de si, um rasto de destruição e morte.
30/11/2007
O sol quando nasce, é para todos
DN - Presidente da Câmara de Abrantes constituído arguido
-Nélson de Carvalho, presidente da câmara municipal de Abrantes, foi constituido arguido, no seguimento duma visita efectuada pela PJ, a qual resultaria duma inspecção anterior, levada a cabo pelo IGAT. A constituição do estatuto de arguido, decorre pois de matéria relacionada com o exercício de funções. Todo o cidadão tem direito á presunção de inocência, até trânsito de sentença, julgada em contrário, Nelson de Carvalho não será excepção, pelo que sobre matéria de facto, abstenho-me de tecer comentários, no entanto todas as autarquias, e autarcas obviamente, são iguais perante a lei, a qual não obriga ninguém com o estatuto de arguido, a suspender o mandato, no entanto, não posso deixar de lembrar, o comportamento do PS no início deste ano em Lisboa, logo do ponto de vista político, o PS, para ser coerente consigo próprio, deveria solicitar ao autarca, para já que suspendesse o mandato, caso venham a existir mais arguidos, então poderá ser colocada até em causa, a legitimidade do executivo municipal, mas se não passar dum caso individual, bastaria a suspenção do mandato, até que fosse arquivado o processo, ou deduzida acusação. Aguardo pois na expectativa, o comportamento dos socialistas nesta matéria, se são coerentes com os princípios, ou se vão invocar a presunção de inocência, legítima sem dúvida, mas á qual outros antes deles, também teriam tido direito.
29/11/2007
Operação policial na Quinta da Fonte
Portugal Diário-Video: rusga revolta moradores
-Vale a pena ver o vídeo vídeo disponibilizado nesta notícia, a mega-operação policial levada a cabo pela PSP na Quinta da Fonte, resultou na detenção de 10 individuos, apreensão de 26 armas e cerca de 300 munições. Vi também há pouco, na SIC Notícias, reportagem onde foi mostrado um autêntico arsenal, desde armas de fogo com diversos calibres, muitos deles para uso exclusivo militar. No entanto, este jovem do vídeo, faz ameaças, acusa a actuação da PSP de ter danificado habitações, claro que foi necessário fazê-lo, quem não deve, não teme, os cidadãos ordeiros, a maioria dos habitantes deste bairro social, abriram as portas, e nada aconteceu, alguns recusaram obedecer á ordem policial, munida de mandato judicial, esperavam o quê? que a PSP voltasse mais tarde? ainda são eles as vítimas, é preciso ter lata! Sei muito bem onde fica a Quinta da Fonte, a esta hora os moradores de Sacavém têm razões para se sentirem mais seguros, pelo menos alguns dias, pois não deve ser necessário esperar muito tempo, para que estes marginais reponham o arsenal bélico, apesar de ser um bairro social, não me venham com a treta costumeira, da exclusão social, estamos a falar de gente que escolhe viver sem trabalhar, ganhando bom dinheiro, vivendo á margem da lei, escumalha pois, entre bandidos e polícia, nos filmes até posso gostar um pouco dos maus, mas na vida real, escolho a polícia, sem qualquer margem para dúvidas. Mega-operações destas, são necessárias, na Quinta da Fonte, e noutras Quintas um pouco por todo o país, se a sociedade portuguesa quiser de facto aumentar a segurança dos cidadãos, há que declarar guerra sem tréguas á marginalidade.
Vale a pena viver em Espanha
DN-Portugueses pagam mais 271 Euro do que espanhóis
-Vale a pena viver em Espanha, ou no mínimo deslocarmo-nos ao lado de lá da fronteira sempre que possível, os habitantes das localidades fronteiriças que o digam, pois fazem-no com frequência, para abastecer combustivel, e até acrescento eu, adquirir bens, nomeadamente alimentares e de higiene pessoal ou limpeza, pelo menos. Quem fica a perder são as empresas portuguesas s que exercem a sua actividade no interior, cujos empresários tendem a deslocalizar-se, uns para o litoral luso, outros para lá da fronteira, pois encontram-se encurralados com sucessivas perdas de receita por um lado, incapazes de concorrer com as empresas espanholas, por culpa duma excessiva carga fiscal, por outro lado, ainda têm os restantes impostos, desde IRC's a PEC's, passando por derramas, IMI's e outros. Os custos desta política fiscal, não são apenas os contabilizados directamente, pois quilómetros são percorridos para abastecer e fazer compras, têm acrescidos custos ambientais, e contribuem para gerar emprego do lado de lá, e para desertificar o lado de cá, com reflexos demográficos, criando fluxos migratórios, pressionando ainda mais, o já de si bastante pressionado urbanisticamente litoral português. Vale a pena reflectir, que Portugal queremos, e compararmo-nos com nuestros hermanos, eles têm um estado mais pequeno, basta analisar quantos funcionários públicos existem por habitante, que serviços são disponibilizados gratuitamente pelo estado, uma economia pujante, empresas competitivas, capazes de gerar riqueza e criar emprego, nós temos uma carga fiscal pesadíssima, uma administração pública a gastar muito, e funcionar mal, permanentemente á espera de ser reformada, um modelo social que quer assegurar tudo a todos, do berço á velhice, mas que o faz com má qualidade, e gastos excessivos. Para reflectir!
28/11/2007
Portela+Montijo opção viável
PUBLICO-Portela+1 pode trazer poupanças de 2 mil milhões de Euros ao erário público
-O estudo encomendado pela ACP á universidade católica, apresenta desde já um mérito, a possibilidade de se encontrar uma alternativa, sem a delapidação dos cofres publicos, representada pela opção Ota. Mesmo que solução agora proposta, seja tecnicamente inviável, os montantes envolvidos, justificariam que a mesma já tivesse sido estudada pelo governo, em lugar do autismo demonstrado inicialmente com o jaméh, do inenarrável ministro Mário Lino, comprometido, no mínimo politicamente, com o lobbi do Oeste, tão legítimo quanto qualquer outro, diga-se, mas que não pode submeter o país aos interesses particulares duma região, nomeadamente quando o país não dispõe de verbas ilimitadas, para se endividar em projectos faraónicos, ainda por cima, com um prazo de validade no mínimo duvidoso. Claro que não sou técnico, represento apenas a minha opinião, mas enquanto cidadão, exijo que todas as opções sejam colocadas em cima da mesa, e que a decisão que venha a ser tomada, seja clara, pelo que só poderá ser, a que apresentar a melhor relação custo/benefício, afinal de contas, trata-se do nosso dinheiro, tenham cuidado na forma como o gastam.
Assim se vê a democracia do PCP
PUBLICO-Deputada Luisa Mesquita, expulsa do PCP
-A práctica não é nova neste partido, há que disciplinar, e manter os membros dentro duma linha estreita, quando se portam mal, são expulsos, sim apenas expulsos, porque em Portugal, felizmente o PCP nada governa, excepção feita a uma ou outra autarquia, tivesse sido outro o desfecho do 25 de Novembro há 32 anos, e talvez isto não fosse assim tão simples. O PCP teima em não aprender com os ventos da História, continuando a levar a cabo purgas internas, desrespeitando até aqueles que o servem, é uma questão de princípio, quando um eleitor vota no PCP, ajudando á eleição dum representante, este partido continua a entender que o mandato lhe pertence, eu prefiro continuar a entender que o mandato nunca deixa de pertencer ao eleitor, e que só a ele deve o eleito prestar contas. Por esta concepção de democracia, sou naturalmente favorável á criação de circulos uninominais, e mandatos autarquicos personalizados no presidente de câmara, evitando que os partidos possam chantagear os seus eleitos, é bom esclarecer que esta concepção não é exclusiva do PCP, outros, de forma mais camuflada a seguem, com declarações de renuncia ao mandato, previamente assinadas. Não vou aqui defender a deputada Luisa Mesquita, nem reconhecer-lhe hoje uma orientação política meritória, quando até ontem discordava quase sempre desta senhora, aliás sou sempre muito céptico em relação a mudanças de campo político, apenas condeno e registo a continuação da ortodoxia comunista, própria dum tempo já passado.
27/11/2007
PETIÇÃO EM PROL DAS CRIANÇAS VÍTIMAS DE CRIMES SEXUAIS
Para estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que realizem o dever de protecção do Estado em relação às crianças confiadas à guarda de instituições, assim como as que assegurem o respeito pelas necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal.
ASSINE e DIVULGE
aqui
-Divulgado através duma "curiosa", que chegou até aqui, em comentário a post anterior.
IGAI vs forças policiais.
J.N.-Clemente Lima assegura que ministro não o desautorizou
-António Clemente Lima, inspector-geral da administração interna, proferiu em entrevista ao semanário Expresso publicada no passado sábado, duras críticas ás forças policiais, com especial incidência nas chefias intermédias da GNR. Li a entrevista, aguardei pelas reações, as quais não poderiam obviamente ser outras, a condenação quase unânime das palavras do inspector Clemente Lima, mais um personagem em busca de protagonismo, algo que vai sendo cada vez mais comum no nosso país. O ministro neste caso fez o devia, reiterou confiança nas polícias, as associações socio-profissionais defenderam os seus homens, algo diferente não seria de esperar, Clemente Lima, entre outras afirmações, disse que jovens agentes da GNR, encaram o cidadão como inimigo, não tenhamos dúvidas, que nalguns bairros de Lisboa e Porto, grupos de cidadãos, que felizmente ainda não a maioria, encaram a polícia como "o inimigo", têm existido vários casos de ameaças, e alguns chegam mesmo mais longe, á integridade física dos elementos das forças policiais, de que lado estamos afinal? da civilização? ou da barbárie? existem pessoas que não respeitam ninguém, quem desrespeita uma ordem de paragem, não deve ser condenado á morte numa perseguição, é uma pena desproporcionada, todos concordamos, mas a perseguição é necessária, a sociedade, e as autoridades policiais, devem mostrar um sinal claro de intolerância para comportamentos marginais, e reprimir os mesmos, o risco de morte existe, preferencialmente esperamos evitá-lo, mas a ocorrer, prefiro que aconteça a um marginal, que a um agente da autoridade. É uma questão de escolha! Gostaria que o inspector-geral, tivesse apontado deficiências no armamento dos agentes de autoridade, muitos com armas obsoletas distribuidas, incapazes de responder a qualquer ameaça, quando os marginais estão melhor equipados, gostaria também que o relatório apontasse bizarrias, como os agentes serem obrigados a adquirir fardamento, e até algum material necessário ao desempenho de funções, a falta de qualidade em viaturas e instalações, pois uma sociedade que quer viver segura, e os cidadãos portugueses clamam por segurança, deve acarinhar quem os defende. Não vou negar a existência de maus agentes de autoridade, chegam-nos vários relatos de casos condenáveis, e ligações perigosas, mas há questões, onde é necessário escolher, entre um polícia e um marginal, entre uma sociedade segura e permissividade face a criminosos, escolho as primeiras, quem duvidar da legitimidade na minha escolha, pergunte aos portugueses o que pensam.
26/11/2007
Continuam a existir corridas street-racing
Portugal Diário-Aveiro: Caça a street racers
-A notícia não deixa de surpreender, mais de mil pessoas juntaram-se para assistirem a corridas de velocidade. Mais de mil pessoas, isto é, mais do que alguns jogos de futebol da superliga, e certamente que a maioria dos jogos de divisões secundárias, apesar de não existir publicidade a promover estes eventos, a sua divulgação fazer-se através do boca a boca, dada a natureza ilícita destes eventos. Não sou adepto de corridas streetracer, mas pelos vistos, existe quem queira practicar a "modalidade", e espectadores a quererem assistir, no entanto a mesma é considerada um ilícito criminal, continuando no entanto a ser practicada, num jogo entre o gato e o rato com as autoridades, colocando em causa, a segurança, quer dos streetracers, quer de espectadores. Ocorre-me perguntar, e se a actividade, pudesse ser legalizada e regulada? Através da criação de pistas vedadas ao trânsito pelas autoridades, ainda que improvisadas, uma vez que os eventos seriam licenciados, a segurança dos condutores e público seria consideravelmente aumentada, pois esta actividade deixaria de ser organizada de improviso, passando a ter responsáveis pela sua realização. A alternativa é manter-se a situação presente, pelo que a ilegalidade irá continuar, com regras e organização, poderiam sair todos a ganhar.
Líder da J.P. não sabe do que fala
DN-Bernardino, com 4 anos, activista no Verão Quente
-Pedro Moutinho, actual líder da Juventude Popular, ontem durante o almoço do CDS/PP, afirmou ser preciso "apontar com frontalidade", alguns dos rostos responsáveis, pelos assaltos ás sedes do CDS/PP, esquece-se Moutinho, ou talvez não saiba, que PP é uma modernice, introduzida nos anos 90, acusando Francisco Louçã, Odete Santos, Luis Fazenda, Jerónimo de Sousa, entre outros, e pasme-se, Bernardino Soares, nascido em 1971. Não sou simpatizante, ou defensor de Bernardino Soares, o tal que tem dúvidas se Cuba ou a Coreia do Norte não possam ser consideradas democracias, também não tenho dúvidas, ainda ontem o escrevi, sobre o papel desempenhado pelo PCP no período PREC, mais do que propriamente no 25de Novembro, dia em que os comunistas permaneceram quietos, assegurando a sobrevivência enquanto força política, no regime democrático, mas acusar Bernardino Soares, de ter agido num periodo em que apenas tinha 4 anos, não lembra ao diabo, e revela a falta de preparação política de Pedro Moutinho, o qual pela idade, também não será obviamente obrigado a ter memória da data, facto que não o inibirá em assinalá-la, mas deveria ter primeiro efectuado os trabalhos de casa, documentando-se, uma rápida consulta á wikipédia neste caso até teria sido suficiente, evitando que caísse no rídiculo. Pedro Moutinho apontou também o dedo acusador a Durão Barroso, que sim, estava do lado dos extremistas, e das FP-25, as quais á data, ainda não haviam sido criadas. Reveladora, a capacidade criativa, deste jovem, Pedro Moutinho, já que não se limitou a narrar e comentar uns factos históricos, acrescentando-lhes algum conteúdo, esquecendo-se contudo, que a ideia era ter sido levado a sério, assim...






