D.N.-Menezes esteve contra voto dos presidentes de junta há um ano
-Há um ano atrás, Luis Filipe Menezes defendia um modelo no qual acredito, a presidencialização dos municípios, com executivos constituidos livremente pelo presidente eleito. Fazer depender os executivos das assembleias municipais, sem direito de voto dos presidentes de junta. Simples, eficaz e democrático. Entretanto Menezes foi eleito lider do PSD, enredou-se numa teia de complicações e contradições, incapaz de defender causa alguma, sem ter de fazer cedências internas, mais preocupado com apoios para eventuais disputas que já se avizinham, do que manter coerência consigo próprio. Se isto não é uma liderança errática, em ziguezague, então expliquem-me o que é!
14/03/2008
Nem mais!
07/03/2008
Cada tiro cada melro
PUBLICO-PSD quer ver regras de transparência patrimonial para políticos alargadas a outras actividades profissionais
"Um deputado anónimo é bem menos influente do ponto de vista do condicionamento da nossa vida colectiva do que um magistrado, um director de um jornal, um banqueiro".
-Quando penso que Luis Filipe Menezes atingiu o limite do disparate, ele não pára de surpreender, é só esperar pelas próximas declarações, para vê-lo enterrar-se mais um pouco. Levando á letra o absurdo acima proferido, o que Menezes pretende é condicionar as opiniões dos jornalistas, as decisões dos magistrados ou as operações financeiras dos bancos. Talvez excitado com a recente companhia da FENPROF, possa vir a estabelecer uma improvável aliança com o PCP, seguindo o programa dos comunistas, os problemas seriam resolvidos num ápice, os jornalistas deixariam de ser livres, os bancos nacionalizados, a justiça estatizada. As alterações que Menezes pretende introduzir no PSD, configuram já um princípio de tentativa de estalinização no funcionamento interno do partido.
