19/01/2008

Mercado editorial agita-se

J.N.-Grupo da Bertrand adquire Pergaminho

-É frequente ouvirmos queixumes que os portugueses não lêem, os livros não se vendem, as livrarias têm dificuldade em sobreviver, algumas até já encerraram. Num ápice, abre uma mega livraria em Lisboa, o sector editorial agita-se, valoriza-se, e dão-se uma série de fusões e aquisições. Por um lado percebo, as concentrações editoriais, mais que um catálogo, visam adquirir os direitos de comercialização deste ou daquele escritor, mas num mercado tão residual como o português, esta agitação só pode comportar alguns riscos, que pelos vistos os interessados estão dispostos a correr. É cedo para prever o cenário resultante de todas estas movimentações, mas esperemos que a agressividade comercial de quem quer vender os seus produtos, possa resultar num aumento dos hábitos de leitura dos cidadãos portugueses.

1 comentário:

Atreides disse...

Pode ser negócio arriscado, mas ao preço que os livros andam, dá para ter uma margem.